Deus ainda Fala

Já imaginou estar num deserto, sem ter sequer uma vendinha pra comprar o mais básico dos alimentos e, de repente, começar a, literalmente, cair comida do céu? A cada novo dia a porção necessária, fresca e de fácil preparo? Estar com sede, em meio ao calor escaldante que o deserto produz durante o dia, e mais que um oásis, ver água saindo da rocha? Perceber que o tempo vai passando, sua roupa não se rasga e seu sapato não se gasta? Foi exatamente isso que os hebreus experimentaram durante a peregrinação de 40 anos pelo deserto. Mas ao invés de serem agradecidos, murmuravam continuamente. Até que certo dia, se lamentando por terem saído do Egito, onde viviam como escravos, sentindo saudade das cebolas e pepinos que comiam por lá, e querendo comer carne– apesar de terem supridas todas as suas necessidades diárias no deserto -, Deus disse a eles: ”Vocês não comerão carne apenas um dia, ou dois, ou cinco, ou dez ou vinte, mas um mês inteiro, até que lhes saia carne pelo nariz e vocês tenham nojo dela, porque rejeitaram o Senhor, que está no meio de vocês, e se queixaram a ele, dizendo: ‘Por que saímos do Egito? ’ “Num. 11:19-20. E isso precisa nos levar a refletir: Do que temos sentido falta, apesar do cuidado diário de Deus para conosco? Do que temos reclamado com constância? Desejamos de fato aprender a gratidão diária, ou precisará Deus ser duro conosco, como o foi com os hebreus? Não é a um coração murmurador, mas ao quebrantado e humilde que Deus ouve! (Sl 51:17).

Beijos e bênçãos

Eliane Malpighi

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