Deus ainda fala por Eliane Malpighi

Abraão esperou 25 anos para que a manifestação da promessa de paternidade acontecesse. Isaque nasce, há festa naquela família, e os anos se passam. Até que certo dia “Deus pôs Abraão à prova, dizendo-lhe: “Abraão! ” Ele respondeu: “Eis-me aqui”. Então disse Deus: “Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei”. Na manhã seguinte, Abraão levantou-se e preparou o seu jumento (…)” Gen.22:1-3. E tenho pensado bastante sobre isso ultimamente; porque muito mais do que pegar o filho da promessa, todos os apetrechos necessários para o sacrifício e iniciar a caminhada para o local indicado por Deus, Abraão primeiro sacrificou Isaque em seu coração. Obviamente a caminhada de mais de três dias deve ter sido muito muito difícil, no entanto, ao invés de angústia, havia fé no coração de Abraão, primeiro, porque já abrira mão de Isaque quando decidiu obedecer; e depois, porque tinha absoluta certeza de que o mesmo Deus que lhe dera a promessa era poderoso para, se necessário fosse, ressuscitar aquele filho tão amado e, assim, cumprir toda a promessa que recebera, de que seria pai de muitas nações!

O que será que temos tido medo de entregar a Deus? Ou será que não cremos, como Abraão, em seu ilimitado poder de ressurreição e restituição? Pense nisso!

Beijos e bênçãos

Eliane Malpighi

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